Naquele tempo,
Jesus andava percorrendo a Galileia.
Evitava andar pela Judeia,
porque os judeus procuravam matá-lo.
Entretanto, aproximava-se a festa judaica das Tendas.
Quando seus irmãos já tinham subido,
então também ele subiu para a festa,
não publicamente mas sim, como que às escondidas.
Alguns habitantes de Jerusalém disseram então:
“Não é este a quem procuram matar?
Eis que fala em público e nada lhe dizem.
Será que, na verdade, as autoridades reconheceram
que ele é o Messias?
Mas este, nós sabemos donde é.
O Cristo, quando vier, ninguém saberá donde ele é”.
Em alta voz, Jesus ensinava no Templo, dizendo:
“Vós me conheceis e sabeis de onde sou;
eu não vim por mim mesmo,
mas o que me enviou é fidedigno.
A esse, não o conheceis,
mas eu o conheço,
porque venho da parte dele,
e ele foi quem me enviou”.
Então, queriam prendê-lo,
mas ninguém pôs a mão nele,
porque ainda não tinha chegado a sua hora.
O Evangelho de hoje é claro, não é? Jesus se escondia, nestes últimos dias, porque a sua hora ainda não havia chegado; mas Ele sabia qual seria o seu fim, com teria sido o seu fim. E Jesus é perseguido desde o início: lembremo-nos de quando, no começo de sua pregação, ele retorna à sua cidade, vai à sinagoga e prega; imediatamente, depois de grande admiração, eles começam: “Mas nós sabemos de onde ele é. Este é um dos nossos. Mas com que autoridade ele vem nos ensinar? Onde ele estudou? Eles o desqualificam! É a mesma coisa, não é? ‘Mas nós sabemos de onde ele é! Cristo, por outro lado, quando vier, ninguém saberá de onde ele seja!’ Desqualificam o Senhor, desqualificam o profeta para tirar-lhe a autoridade! (Homilia na Capela da casa Santa Marta, 4 de abril de 2014)
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